segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Aprendendo algo novo



Ando meio sumida, porém, com saudades do meu cantinho, das minhas bagagens!
Não comentei por aqui, mas estou me preparando para o ENEM 2011. É como se eu estivesse voltado para o Ensino Médio. Estou estudando há uns 4 meses, no entanto, sendo mãe de uma menininha cheia de energia, dando umas aulinhas particulares ou substituindo vez ou outra e estando sem empregada (ainda), não estudei tudo o que deveria. Afinal, faz 20 aninhos que saí do EM, mas não contem pra ninguém, por favor!!
Embora eu tente ficar antenada aos acontecimentos do Brasil e do mundo, o que me preocupa mesmo são as matérias específicas das áreas de Ciências da Natureza como Física, Química e Biologia e a tão temida Matemática e suas tecnologias. De resto, acho que dou conta. Tenho aí, mais duas semanas para enfiar as caras nos estudos e tentar uma vaga na Federal, no intuito de concluir meu curso de Psicologia.
Mas o que eu quis mesmo compartilhar com os amigos e visitantes é que mesmo tendo pouco tempo para outras atividades, iniciei um curso de violino há três semanas. Aproveitando que minha filha faz musicalização em uma sala, em vez de ficar esperando a aula dela terminar, resolvi aliar a fome com a vontade de comer e estudar violino na outra sala.
Ao meu ver, o violino emite um dos mais lindos e agradáveis sons. Sempre fui eclética musicalmente. Mas o violino, tanto na música clássica, quanto em outros ritmos como rock/pop e hip hop, sempre foi de longe o instrumento que mais me encantava na melodia. No último sábado, tive minha terceira aula e já consigo tocar, é claro que com pouca desenvoltura, a música "Brilha, brilha estrelinha". Pelo método Suzuki, essa é a primeira canção que aprendemos. Enquanto aprendemos a tocar as primeiras notas, já na primeira aula, aprendemos as notas que compõem a música.
Como há variações no modo de tocar a mesma música, estou estudando (treinando) os três primeiros modos.
Quando optei por ter aulas de violino, tive alguns objetivos:

  • Tocar um instrumento requer atenção e concentração. Estudar para o Enem, também. Isso me permite aumentar minha concentração, já que uma de minhas dificuldades é a concentração.
  • Aprender algo novo permite ao cérebro fazer novas conexões, evitando assim, o aparecimento do Mal de Alzheimer. Tendo casos de Alzheimer na família, preciso manter meu cérebro ativo desde já.
  • Aprender a tocar um instrumento que se gosta é estimulante, e mesmo diante das dificuldades inerentes a quem nunca estudou música, como eu, se você gosta daquilo que está aprendendo, o risco de desistir é bem menor. 
  • Aprender qualquer instrumento requer disciplina. Ninguém é um virtuose sem dedicação e disciplina. Não que eu tenha essa pretenção, e nem que eu quisesse poderia, mas acredito que para ser um virtuose, tem que se combinar talento nato a muita dedicação.
  • Por fim, aprender algo novo é prazeroso e prova que somos capazes de superar limites. Nos sentimos vivos e capazes.
Se estudar violino me ajudará a passar no ENEM? Acho que sim. Eu pensava que seria como estudar piano ou violão, em que a pessoa dedica  horas e horas do dia. Seguindo aos conselhos da professora, basta de 10 a 15 minutos por dia, para não cansar e não enjoar. Tem que ser prazeroso e não obrigatório e exaustivo. Gostei desse método porque posso aliar o prazer de estudar um instrumento de que gosto com os estudos para o ENEM.
Andei vendo no youtube algumas pessoas tocando a mesma música, iniciantes como eu, e cheguei a conclusão de que para quem assistiu a apenas 3 aulas, eu estou me saindo muito bem, obrigada!

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Dicas simples de como manter seu casamento nos trinques


Tudo bem, o título parece aquelas chamadas de capas de revistas femininas que ensinam o passo a passo de como deixar seu marido ou namorado louco por você. Bem, como deixar seu marido louco “com” e não “por” você, basta ultrapassar o limite do cartão de crédito. Mas não é disso que vou tratar aqui queridas amigas... e amigos curiosos que por ventura leiam essas dicas.
Quero listar aqui algumas atitudes que, especialmente, as mulheres podem tomar quando virem que o casamento está meio morno, meio bambo das pernas, meio que dobrando o Cabo da Boa Esperança. Me dirijo às mulheres pelo fato de serem elas, e me incluo nisso, as cabeças emocionais da relação. Mulher é mais emocional, mais terna e mais preocupada com o caminhar da relação. É claro que uma única pessoa não pode segurar uma relação se ela está naufragando sem botes salva vidas. É um trabalho em equipe, em que marido e mulher remam juntos. Mas a mulher sabe ser sutil e pode usar de sua inteligência e criatividade para tornar sua relação muito mais gostosa e por que não, divertida.
Quando decidimos nos casar, ou morar juntos, ou ficar, ou seja lá como se chama hoje, não sabemos bem se todo aquele amor que nos fez decidir ficarmos juntos será para sempre ou não. O que acontece é que o amor toma uma nova configuração com o passar dos anos, e você não está bem preparada para as mudanças que os anos trazem. Reclamamos que filhos não vêm com manual, não é? Maridos também não. Aprendemos a conviver no dia a dia e a aceitar o outro como ele realmente é.
Engana-se quem acredita que a paixão deve durar a vida toda. A paixão é aquele sentimento avassalador, que a impede de pensar com a razão, que tira você do rumo, deixa você sem bússola, sem GPS. Onde quer que você vá, pensa no ser amado, para onde quer que você olhe, vê o ser amado. Você “adolesce”, mesmo tendo saído da adolescência há algumas décadas. Você esquece compromissos, troca um programa com os amigos, nem que seja pra ficar em casa pensando no amado e esperando a hora que ele vai ligar. Você até volta a escrever poemas. Você fica com o olhar radiante, a pele macia, como bumbum de bebê, e o sorriso meio bobo fica constante no rosto. Seu cérebro está jorrando endorfina e você se sente a pessoa mais feliz do mundo. O seu amor é o ser mais perfeito da face da Terra. Ele não tem um defeitinho sequer. Mas depois que você e seu amor trocam juras de amor eternas e o dia a dia os permite se conhecerem melhor, a paixão vai arrefecendo. Ela não acaba de vez, mas arrefece. Ela dura mais que dois anos. Talvez chegue aos três, se você ainda não tiver um filho neste período. Falo desse prazo para pessoas normais, é claro. Se a paixão não acabou em 2 ou 3 anos, procure um analista, porque pode ser obsessão.

A relação a dois é um organismo vivo. Cada dia você tem uma surpresa. Algumas boas, algumas ruins. Isso para ambos. Algumas pequenas coisas do dia a dia acabam minando a admiração inicial que você tinha pelo seu parceiro (ou parceira). Coisinhas simples como dividir um banheiro por exemplo. Há coisa mais complicada num relacionamento? Sim, há. Mas essa é uma das coisinhas fáceis de superar. As mulheres, em geral, reclamam porque o homem insiste em deixar a tampa do vaso levantada depois que faz o número 1 (xixi). Agora pensem mulheres: nós precisamos baixar a tampa para fazer nosso número 1; eles precisam levantar a tampa para fazerem o número 1. Por que reclamamos do trabalho de baixar a tampa, se eles têm o trabalho de levantar a tampa? O esforço físico diário é o mesmo para ambos. Por que brigar por tão pouco? São raros os homens organizados. Se você trocar de marido porque o seu é muito desorganizado, pense bem. A probabilidade de você se casar com outro desorganizado é muito, mas muito grande mesmo. Chega a se assemelhar a probabilidade de um prêmio da loteria. Tenha muita paciência e tato e ensine seu maridinho que cada coisa tem seu lugar. Diga a ele com todo o carinho que a tolha molhada que está em cima da cama, não sabe voltar pra o banheiro sozinha. Ensine o que a mãe dele não ensinou e cobre dele com amor e carinho.

Heráclito (aprox. 540-470 a.C.), há muitos séculos atrás, já dizia que tudo é movimento e que nada pode permanecer estático. Assim somos. Seres em constante movimento. O que fomos ontem ficou para trás. Não somos os mesmos hoje. Hoje somos diferentes porque a experiência modifica nosso pensamento e nossas ações. “Não se pode entrar duas vezes na mesma corrente do rio.”(Heráclito)

Entretanto, muitas mulheres reclamam que seus maridos já não são mais os mesmos do início da relação. Ainda bem, não é? Muito certamente a mulher também já não é mais a mesma do início da relação. Mas reclamar é quase que um comportamento involuntário feminino, salvo raras exceções. Basta observar como meninos e meninas enfrentam seus problemas. Os meninos resolvem seus problemas usando mais o corpo que a fala. Ou seja, partem logo para a porrada para resolverem seus conflitos. Em geral, tudo fica bem tão logo se encontrem para jogar bola na hora do recreio. As meninas resolvem seus conflitos na forma verbal. Raras são aquelas que usam da força física para resolverem suas pendengas. Elas gritam, xingam, reclamam, ficam de mal, choram, fazem complô com as amiguinhas para prejudicar aquela outra menininha que não pertence ao seu grupo. Portanto, devemos pensar nessas diferentes formas de comportamento que homens e mulheres apresentam desde crianças.

Bom, mas voltando ao assunto inicial deste post, meu objetivo aqui é dar dicas práticas de como deixar seu casamento ou relacionamento mais harmonioso e por que não, mais quente.
O que fazer?
Dica número 1
Primeiramente, nós mulheres devemos estar sempre bonitas e perfumadas. Devemos cuidar de nossos cabelos, unhas e pele diariamente. Infelizmente a beleza custa tempo e dinheiro, mas é necessária para que nossa auto-estima esteja equilibrada. É claro que não é essencial, se você não estiver bem por dentro, mas ajuda um bocado você se sentir bonita e desejada. Se você sair com seu marido, deve vestir-se de forma que as partes mais atraentes do nosso seu corpo sejam valorizadas. Mas prestem atenção: o que está em cima não pode ficar muito embaixo e o que está embaixo, não pode ficar muito em cima. Traduzindo: Nada de saias muito curtas, nem de decotes que vão até o umbigo. Se usar decote, cubra embaixo. Se usar algo curto embaixo, use uma blusa mais comportada. Seja sexy, não vulgar.
Dica número 2
Se você sai com o seu parceiro e ele insiste em não tirar os olhos de outras mulheres ignorando-a completamente, não reclame, não dê cotoveladas, nem faça cara feia. Isso só vai estragar ainda mais seu passeio. Esteja bonita, levante a cabeça, preste a atenção em quantos pares de olhos a seguem enquanto você passa. Outros homens estão admirando toda a sua beleza e charme. Permita que outros vejam e admirem aquilo que o seu namorado ou marido está desprezando naquele momento. Seu parceiro vai perceber os olhares de outros homens sobre você e vai parar de olhar para outras mulheres rapidinho. Se ele falar algo enquanto caminham juntos, finja estar desligada dele por uns minutos, mostre-se atenta a outras pessoas e sorria falando de como você está feliz por estar ali naquele momento. Nós sabemos muito bem do sentimento de posse que os homens, em geral, têm sobre suas mulheres. Ter uma mulher bonita ao lado, confiante e sexy, é praticamente um troféu que eles adoram exibir para outros homens. Eles perderão o interesse pelas outras e você também será o centro da atenção para ele.
Dica número 3
Complementando a dica anterior, tenha a certeza de que mesmo que você seja lindíssima e que tenha um corpo escultural, seu marido ou namorado, vai olhar para outras mulheres. Faz parte da natureza do homem. Isso é instintivo e vem lá dos tempos da pré-história. Não demonstre incômodo com isso, a não ser que ele repita este gesto insistentemente sem dar nenhuma atenção à você. Mas se um traseiro grande lhe chamar a atenção, não faça escândalos. Isso não significa que ele não te ama. Finja que deixou cair algo no chão e se abaixe para pegar. Todos voltarão o olhar para o seu traseiro que estará empinado para cima. Seu marido vai cuidar do seu traseiro e não do da outra. A sutileza é a alma do negócio.
Dica número 4
Se você descobre que seu marido ou namorado acessa sites de mulheres peladas que ficam se oferecendo diante da webcam, como se oferece um pedaço de bife na vitrine do açougue, respire fundo, conte até 100 e faça o seguinte. Primeiro pergunte a ele se ele realmente se excita ao ver mulheres nuas na internet. Mostre seu desconforto, se é que você se sente desconfortável com esse fetiche dele, e encerre o assunto sem delongas. Faça uma surpresinha para ele fazendo uma sessão de fotos com uma produção digna de paparazzo. Chame uma amiga para ajudá-la ou faça você mesma, usando uma câmera digital no tripé. Ajuste o timer para fazer lindas fotos de você seminua ou nua mesmo. Use lenços transparentes, meias e sapatos de salto alto, maquiagem bem feita e muita criatividade nas poses. Trabalhe as fotos editando-as, caprichando na arte final. Mande para seu marido ou namorado por e-mail sem texto algum, apenas um título criativo. Deixe que ele abra e tenha uma surpresa. Ele vai babar no computador!
Dica número 5
Se você sabe de algum fetiche do seu parceiro, por que não realizá-lo? Mas faça apenas aquilo que a deixará à vontade. Realizar algo que o outro quer muito sem se sentir à vontade, não será bom para você. Será apenas para ele. Mas se você sabe que é algo que vai agradar aos dois, faça. É melhor que ele mate a vontade com você do que com outra, não é mesmo? Numa noite qualquer, tranque-se no banheiro e se caracterize de algum personagem que você suponha que seu parceiro goste e que o deixaria doidinho. Se você não é adepta de comprar fantasias use de sua criatividade. Peque uma meia arrastão ou uma 7/8 qualquer, use uma calcinha sexy, uma mini saia, um top, um par de botas de salto alto e fino, carregue na maquiagem e nos acessórios, que devem ser chamativos. Pegue-o de surpresa fazendo um ar misterioso e brinque perguntando do que ele gostaria? Certamente ele vai voar em cima de você e sua noite vai ser mutcho loca.
Dica número 6
Se seu marido ou namorado tem o dia de jogo com os amigos, deixe-o ir, sem reclamações e caras feias. Faça o seu dia com as amigas também. Combine com seu parceiro que ele pode sair tranqüilo com seus amigos e que você também vai sair com as amigas. Se tiverem filhos, podem revezar os dias. Um dia ele sai enquanto você fica com as crianças. No outro sai você com suas amigas e ele fica com as crianças. Mas reservem um dia da semana só para vocês dois. Pode ser um cinema, um teatro, um jantar romântico ou mesmo um lanche. E se você quer sair da rotina e seu marido não toma uma atitude, tome você. Convide-o para ir a um motel ou uma viagem curta só vocês dois. A confiança e o respeito pela individualidade do outro são primordiais para se manter uma relação saudável.
Dica número 7
Uma das coisas que acaba com a harmonia do casal são as dificuldades financeiras. Neste caso, ambos devem estar unidos na contenção de despesas. Devem buscar juntos as soluções para o problema. Sem cobranças e sem ofensas. Quando estamos muito preocupados, tendemos a ser mais ríspidos. Se você perder a paciência e for ríspida com seu marido ou namorado, espere que os ânimos se acalmem. Ele também deve estar de cabeça quente. Deixe ele esfriar a cabeça, esfrie a sua também e peça desculpas. O verdadeiro amor é aquele que supera a todos os percalços impostos pela vida. Quando decidimos morar com alguém, decidimos dividir tudo: as alegrias e as tristezas.  
Dica número 8
Jamais remova coisas do passado. O que aconteceu no passado, deve ter sido resolvido lá. Se não foi, algo de errado não está certo. Então por que remexer em velhas feridas? Deixe que as feridas cicatrizem. Se você ama seu parceiro e quer ser feliz com ele, ignore coisas pequenas e pense em tudo de bom que ele faz por você. Deixe que as qualidades se sobressaiam na sua decisão de querer ser feliz com ele. Defeitos todos nós temos. Inclusive você. Um relacionamento não é um eterno mar de rosas, nem uma tempestade sem fim. É uma escolha que fazemos quando decidimos compartilhar nossas vidas com alguém. Tornemos essa relação algo bom, prazeroso e saudável para os dois. O diálogo respeitoso e sincero é a chave para levar a relação adiante sem traumas e mágoas. Uma pitada de criatividade para sair da rotina também faz a diferença, como pregam as dicas anteriores.

É claro que não podemos pautar nosso relacionamento apenas com essas dicas. 
O que precisamos entender é que o cérebro masculino é totalmente diferente do feminino. Embora tenhamos menos neurônios, que cumprem as mesmas funções cognitivas das dos cérebros masculinos, ambos funcionam de forma diferente no que concerne à percepção. Precisamos encontrar o meio termo para que mulheres e homens possam conviver em harmonia. Pode ser meio piegas, mas o amor é mesmo aquela florzinha que deve ser regada todos os dias por ambos. Mas como nosso cérebro feminino pode ser mais criativo na área da emoção, façamos de tudo para que o amor seja eterno. Pelo menos enquanto dure.

Uma ótima dica de leitura para conhecermos melhor como funcionam o cérebro masculino e o feminino. Li esse livro há uns 8 anos atrás e me fez entender muito sobre por que somos tão diferentes, homens e mulheres.


domingo, 4 de setembro de 2011

Creme Nivea

Sabe aquele creme da latinha azul? Aquele que você conhece desde os tempos da vovó e que você compra no mercado por um precinho bem pequenininho? Pois é, está fazendo 100 anos. Estou falando do creme Nivea, que um século depois de sua criação, ainda faz o maior sucesso no mercado de cosméticos. É claro que agora a Nivea tem uma linha enorme de produtos que atende a todas as exigências dos consumidores, cada vez mais preocupados com a beleza e com o bolso, nesse momento de crise econômica mundial.



A marca, campeã de vendas e que fez muito sucesso no passado, agora está tentando conquistar essa nova geração de consumidores investindo alto no marqueting. A estrela da campanha da Nivea é a cantora pop Rihanna. Mas a empresa investe alto mesmo em pesquisas e resgistra mais de 130 patentes por ano. Ela preza pela qualidade de seus produtos.

Rihanna


Um pouco de história

Em 1902, um químico alemão chamado Isaac Lifschütz descobriu que podia misturar água e óleo a um creme para fins medicinais. O empresário alemão Oscar Troplowitz, dono da Beiersdorf, viu nesta descoberta uma oportunidade de criar um coméstico com essa mistura. Nasce então, o primeiro creme hidratante da história em 1911.  A escolha do nome não foi difícil. Bastou olhar para aquele creme branquinho e associá-lo a neve.  O nome Nivea deriva do latim niveus/niveum que significa branco como a neve. Três anos após seu lançamento Nivea já era vendida em mais de 30 países.


A primeira latinha do Creme Nieva em 1911

A primeira latinha exibia uma decoração exuberante com gavinhas verdes que refletia uma tendência artística do período, chamada “Art Noveau” (Nova Arte, em francês), caracterizada por formas entrelaçadas e ornamentais encontradas na natureza.



A marca passou por algumas crieses durante o período entre guerras, em especial, no período da II Guerra Mundial. A produção teve que ser interrompida e a empresa quase fechou por falta de matéria prima. Não bastasse isso, pelo fato de a empresa ser alemã, teve algumas de suas subsidiárias confiscadas. Uma delas, na Polônia, só foi recuperada em 1997. 


A empresa teve que repensar estratégias para se reeguer, e conseguiu reconquistar o mercado quando lançou o primeiro protetor solar indicando o fator FPS, que ficou padronizado nos produtos de proteção solar de outras marcas.
Na década de 80 surgiu o creme anti-rugas mais vendido de todos os tempos. São mais de 500 produtos diferentes, inclusive linha de maquiagem muito bem aceita pelos suíços, que compõem a linha Nivea e que são acessíveis a todos os públicos. E é esse o objetivo da marca: torná-la universal. Encontram-se produtos com preços que variam de 1 real à 40 reais. O da latinha azul é o mais popular.


O primeiro anúncio da NIVEA foi criado pelo famoso cartazista Hans Rudi Erdt, que desenhou o cartaz “Com a aparência de uma Dama” em 1912.  Ele pertenceu a uma nova geração de artistas gráficos que, na virada do século, pela primeira vez, se especializaram em arte promocional. O estilo especial de Erdt teve notável influência na arte do cartaz alemão da década de 1920. No anúncio da NIVEA, Erdt trabalhou com os atributos da mulher considerada ideal no início do século: o vulnerável “sexo frágil”.



Minha avó paterna usava Nivea no rosto e faleceu com pouquíssimas rugas no rosto, nos altos dos seus 73 anos. Meu pai usa Nivea desde jovem e com quase 66 anos tem poucas rugas. Ele sempre me disse para usar no rosto e em volta dos olhos para atenuar minhas olheiras, minha marca registrada. Não sei bem se as pouquíssimas rugas na pele de ambos se deve ao creme Nivea ou à genética privilegiada.
De qualquer modo, sendo genética privilegiada ou não, sigo os conselhos do meu pai usando o creme hidratante para o rosto. Uso o Nivea Soft, que não deixa a pele oleosa, o creme de limpeza Nivea para demaquilar e um tônico adstringente. Eles têm preços super acessíveis e são bons produtos. É a vantagem do custo-benefício na qual a empresa, que faz 100 anos de história, nos presenteia.


A evolução da latinha de Nivea



Nivea é aquela vovó que conquistou as gerações passadas e que continua conquistando as novas gerações. Provavelmente conquistará as gerações futuras se continuar atual assim. 




sábado, 27 de agosto de 2011

Filhos do abandono


Ser mãe! Ser mãe não é apenas parir uma criança. Não é dar a ela simplesmente a dádiva de viver (ou sobreviver). Não é espalhar aos quatro cantos que carregou o filho na barriga por nove meses. Muito menos é contribuir com o aumento demográfico espalhando filhos pelo mundo e os abandonando. Porque é isso que vemos nos dias de hoje. Vemos muitos filhos do abandono.
Ser mãe é muito mais que isso. É entrega total, é renúncia, é amor incondicional, é atenção redobrada, é culpa quando se erra, é perder noites de sono, é alimentar com o que se tem, mas é alimentar, é cuidar da doença, é estar junto sempre que puder, mas junto de verdade. Não só estar junto e ficar xeretando o celular ou o computador. Ter filho é ter preocupação as 24h do dia.
Tenho uma filha de três anos e meio. Acho que já falei isso em outros posts. Dia desses a levei para a escola, como faço todos os dias. Estávamos meio atrasadas e eu a puxava pelas mãos, andando apressadamente pela rua para não chegar mais atrasada do que ela já estava. Nos atrasamos porque quase esqueci que era dia de levar uma cenoura ralada de lanche. A turminha dela iria fazer um sanduíche saudável. Era o “Sanduíche da Maricota”, título do livro da escritora infantil Tatiana Belinky. Tive que refazer a lancheira na última hora, mas cumpri com o que se exigia na agenda escolar. Olho a agenda todos os dias e faço tudo o que a escola pede. E quem tem filho pequeno em escola, sabe como as escolas pedem coisas.

Por que falo sobre isso? Não falarei especificamente da minha filha, nem da minha rotina de mãe, mas dos filhos alheios. Filhos sem mãe, ou com mães que apenas pariram. Quero falar disso porque sou mãe, e quem é mãe sabe das pequenas coisas que fazem a diferença na vida do filho. Um olhar doce ou reprovador. Uma mão que afaga ou, quando necessário, mais enérgica aplica o castigo. Eu acompanho cada passinho da vida da minha filha, e pretendo acompanhar sempre. Observo qualquer mudança de comportamento durante o seu desenvolvimento e investigo a causa. Cuido para que ela não fique muito tempo na frente do computador, do game ou da TV. Faço ela perceber que terá conseqüências, caso descumpra as regras da casa, deixando-a ficar sem algo de que ela gosta muito. Dou carinho, dou bronca, dou meu tempo quando ela quer brincar e deixo de fazer o que for para ler uma historinha quando ela vem com um livro nas mãos. Não tenho babá. Como ainda não voltei a trabalhar, posso me dar ao luxo de estar com ela quase o dia todo, fazendo o que uma mãe deve fazer. Ser mãe.

O que me fez refletir sobre tudo isso é o fato de que me dei conta de que estamos errando. Digo “estamos” me referindo à nós, enquanto família, escola e sociedade. Os jornais noticiam, quase que diariamente, acontecimentos absurdos, inacreditáveis, inaceitáveis. Assisto ou leio e fico me fazendo mil perguntas.
Há alguns dias a imprensa vem noticiando sobre as crianças e adolescentes que praticam crimes nas ruas de São Paulo. As cenas das câmeras de segurança mostram crianças e jovens, em geral meninas, entregues às drogas e à própria sorte. Elas invadem estabelecimentos comerciais e roubam, agridem e falam palavrões. Elas estão bem informadas sobre seus direitos e sabem que não podem ficar detidas se tiverem menos de 12 anos. Então, todas se declaram menores de doze anos. Elas são levadas pela polícia, entregues ao Conselho Tutelar e soltas tão logo digam que são menores de doze anos. Assim, no outro dia lá estão elas cometendo os mesmos crimes. Menores de doze anos não podem ser encaminhadas para instituições para receberem medidas sócio-educativas. E elas, eu repito, sabem disso.
Alguns dias depois dessa notícia, uma pior foi exibida pelo mesmo jornal. Os menores, meninos e meninas, foram pegos pela polícia depois de roubarem um celular da camareira de um hotel e foram encaminhadas ao Conselho Tutelar. Lá elas quebraram uma sala inteira e fugiram. Foram recapturadas e, mais uma vez, a cena choca ao exibir crianças visivelmente drogadas e agressivas, xingando as câmeras de Tv e as pessoas que tentavam conter sua agressividade, dando chutes no ar e gritando para que as largassem. Ninguém sabia o que fazer diante daquela situação. Nem conselheiras, nem policiais.
Muitas dessas crianças têm mãe, tem pai e estes sabem das infrações cometidas pelos filhos. Pergunto-me: O que o Estado faz para resolver esse tipo de problema que tem a origem na família? Como resolver o problema de crianças e jovens que pertencem à famílias desestruturadas, que têm pais que usam e permitem o uso de drogas pelo menor, que não se importam com a promiscuidade dos filhos, que conhecem a prática de assaltos e outros delitos? A sociedade se pergunta “o que fazer com essas crianças e jovens? E eu me pergunto: o que fazer com as famílias delas?   
Essas crianças e adolescentes não têm nenhum modelo estrutural para seguir. Nenhum modelo de moral e civilidade. Nenhuma referência de amor, respeito e cuidado. Para mim, pessoalmente, isso soa tão forte e tão surreal, que sinto o peito de mãe apertar, cada vez que me penso nisso. Penso na sorte que minha filha tem e na falta de sorte dessas crianças. Queria eu poder acolhê-las e fazer com que começassem do zero. Dar a elas a oportunidade que elas merecem.
Refletindo mais a fundo sobre este problema, podemos deduzir que os pais desses menores devem ser adultos que tiveram a mesma infância que seus filhos têm hoje. Filhos sem pais, sem modelos, sem família, sem amor, sem carinho e sem limites. Sem modelos estruturados de famílias. São seres que, abandonados, aprendem na rua a sobreviver como podem e transferem isso aos seus filhos que, provavelmente, transferirão para seus filhos no futuro. 

Um outro absurdo envolvendo jovens adolescentes aconteceu bem aqui na cidade onde moro. Um grupo de mais ou menos vinte jovens entre 13 e 17 anos estariam “matando aulas” na escola conde estudam e se encontrando na casa de um ex aluno da mesma escola. Lá eles fariam uso de bebidas alcoólicas, maconha e estariam praticando sexo em grupo. A mãe de uma das meninas investigou por conta própria e descobriu o que acontecia na casa e denunciou às autoridades. Segundo os jornais, a dona da casa em questão saia para trabalhar e seu filho de 16 anos reunia-se com os outros jovens para as tardes de bebedeira, consumo de drogas e prática de sexo. A mãe desse menino disse que não poderia impedir que o filho recebesse os amigos em casa. Agora pensem comigo, se jovens se reúnem para beber, se drogar e praticar sexo, certamente deixam vestígios pela casa, como garrafas ou latas de bebidas alcoólicas, camisinhas (se é que usaram) ou mesmo vestígios de relações sexuais nas roupas de cama, já que muitos jovens usavam o mesmo quarto ao mesmo tempo. A pergunta que me faço: A dona dessa casa, mãe desse menino de 16 anos que era o líder do grupo, não sabia o que acontecia na sua ausência? Se sabia, por que não tomou uma providência? Meu Deus, eu como mãe, fico indignada com a inércia das pessoas. Mãe não pode ser inerte. Mãe não pode apenas parir e largar a cria, como fazem muitos animais na natureza.
Nesse caso houve omissão da mãe do menino que organizava as orgias, houve omissão dos vizinhos dessa casa, que viam a movimentação de entra e sai de adolescentes, e não denunciaram. Apenas uma denúncia anônima ao CT. Houve também omissão da escola que não comunicou a ausência dos alunos que repetidamente se ausentavam da escola duas vezes por semana. Houve omissão da sociedade em geral. E por último, e não menos importante, na hierarquia das responsabilidades, houve omissão do Estado que não cumpre seu papel, nos dois casos que aqui relatei.
O ECA, Estatuto da Criança e do Adolescente LEI Nº 8.069, DE 13 DE JULHO DE 1990, decreta em seu Artigo 4° o seguinte: “É dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária.E o que o Estado faz para fazer cumprir a lei? O que o Estado faz com as crianças nas ruas dos grandes centros? Que direitos o Estado garante aos menores que não têm alimentação, educação, esporte, laser, cultura, dignidade e convivência familiar saudável? A Lei no papel é tão bonita que chega a emocionar quem a lê com mais atenção. Mas ela se limita ao papel. Por que o Estado permite que estes menores retornem a seus lares desestruturados? Por que o Estado permite que os pais continuem usando seus filhos para conseguirem objetos de valor ou dinheiro para trocarem por drogas? O que o Estado vai fazer para evitar que jovens se evadam das escolas, se embebedem, consumam drogas e pratiquem orgias?  
Nos dois casos aqui relatados, vimos crianças e jovens abandonados, sem estrutura familiar e nenhum apoio efetivo do Estado. O Estado falha, quando deixa de aplicar os recursos que arrecada com os nossos impostos nos setores de extrema importância na sociedade. Nossas escolas estão mal estruturadas com profissionais mal remunerados e, muitas vezes, mal preparados, para dar conta dessa sociedade complexa. As instituições sócio-educativas são depósitos de delinqüentes. Desconheço qualquer instituição, dessas mantidas pelo governo, que tenha recuperado algum jovem que lá tenha passado. Todos saem de lá piores do que entraram e quando atingem a maioridade, continuam praticando crimes e superlotando as penitenciárias, quando não morrem vítimas do meio degradante em que vivem.
Nós, enquanto sociedade, falhamos quando fechamos os olhos para estes absurdos que envolvem crianças e jovens. Nós falhamos quando não nos manifestamos contra a corrupção que colabora para que os recursos arrecadados com o nosso dinheiro, não sejam aplicados integralmente onde deveriam ser aplicados: na educação, na saúde, na segurança. Nós falhamos quando banalizamos a violência, esteja ela longe ou perto de nós. Somos todos responsáveis pelo abandono dessas crianças. Cada um de nós, família, escola, sociedade, estado, porque não fazemos cumprir os direitos desses menores.

Meu coração de mãe clama pela salvação dos filhos alheios, pelos filhos do abandono. Filhos que foram apenas paridos. Filhos abandonados, sem mãe nem pai, sem rumo, sem norte, entregues a própria sorte. São apenas crianças. São o espelho da nossa sociedade, e nós somos a sociedade, eu e você. Eles são o futuro. São eles que vão construir a sociedade do amanhã. São eles que, adultos, conviverão com nossos filhos, também adultos. Minha filha vai olhar para eles e talvez me perguntar como deixamos que chegassem até lá sem uma segunda chance. No futuro, quando virmos nos olhos dessas pessoas, já adultas, as crianças que um dia foram, não teremos mais o que fazer.

domingo, 21 de agosto de 2011

Decoração Provençal

Como gosto de ver e comentar sobre um pouco de tudo, uma das coisas de que gosto muito e que não poderia deixar de falar é sobre decoração. Dizem que a forma como decoramos e organizamos nossa casa diz muito sobre nós mesmos. A escolha dos móveis, dos objetos e das cores predominantes falam um pouco sobre nosso estilo pessoal. Porém, nem sempre conseguimos decorar como gostaríamos. Seja pelo preço das peças que gostamos, seja pela funcionalidade dos móveis, o espaço de que dispomos ou mesmo quando escolhemos peças de acordo com o que já temos em casa. De qualquer forma, encontrei algumas imagens com ambientes lindíssimos que nos transmite um ar romântico e delicado. Esse estilo de decoração é conhecido como provençal. 


Mas qual a origem desse estilo? Depois de algumas leituras na busca da origem deste estilo tão delicado e romântico, descobri muitas coisas interessantes.


A decoração provençal tem sua origem numa região chamada Provença, que fica ao sul da França, e que tem moradias campestres cercadas de jardins floridos.



Hotel na região de Provence

Rua em Provence


 Casarios em Provence


Por volta dos séculos XVI e XVII, o povo francês menos abastado tentou "copiar" os móveis luxuosos e caros da realeza francesa. Os marceneiros e artesãos, então, usavam madeiras inferiores e imitavam os contornos arredondados e cuidadosamente entalhados dos móveis dos nobres franceses. Para disfarçar as imperfeições da madeira mais inferior, criaram uma mistura à base de gesso e cola, chamada gessocré. Com o tempo, a tinta sobre a madeira adquiria um aspecto de madeira envelhecida, o que tornava as peças mais charmosas e delicadas. Há algum tempo o estilo provençal ganhou status e virou sinônimo de elegância.
O estilo decorativo nascido nessa região apresenta cores claras e combinam com a rusticidade das moradias dos camponeses da época.




Algumas salas de estar no estilo provençal








Salas de jantar no estilo provençal












Quartos decorados no estilo provençal













Cozinhas decoradas no estilo provençal








Banheiros no decorados no estilo provençal






A decoração provençal vai muito além da utilização dos móveis que a caracterizam. Ela se complementa com objetos variados como as estampas de florais delicados das almofadas ou dos estofados, dos lustres bem trabalhados e das louças delicadas que compõem os ambientes, enchendo os olhos e a alma com uma suave harmonia.


Alguns objetos que compõem um ambiente provençal








E é claro, os delicados quartos de bebê 
decorados no estilo provençal








Não são lindos?


quinta-feira, 23 de junho de 2011

Festa Junina e algumas atividades pedagógicas



O mês de Junho é caracterizado por danças, comidas típicas, bandeirinhas, além das peculiaridades de cada região. É a festa junina, que se inicia no dia 12 de Junho, véspera do dia de Santo Antônio e encerra no dia 29, dia de São Pedro. O ponto mais elevado da festa ocorre nos dias 23 e 24, o dia de São João. Durante os festejos acontecem quadrilhas, forrós, leilões, bingos e casamentos caipiras.

A tradição de comemorar o dia de São João veio de Portugal, no período colonial, onde as festas são conhecidas pelo nome de Santos Populares e correspondem a diversos feriados municipais: Santo Antônio, em Lisboa; São Pedro, no Seixal; São João, no Porto, em Braga e em Almada.

Na época da colonização, havia uma grande influência de elementos culturais portugueses, chineses, espanhóis e franceses. Da França veio a dança marcada, característica típica das danças nobres e que, no Brasil, influenciou muito as típicas quadrilhas. Já a tradição de soltar fogos de artifício veio da China, região de onde teria surgido a manipulação da pólvora para a fabricação de fogos. Da península Ibérica teria vindo a dança de fitas, muito comum em Portugal e na Espanha.


Todos estes elementos culturais foram, com o passar do tempo, misturando-se aos aspectos culturais dos brasileiros (indígenas, afro-brasileiros e imigrantes europeus) nas diversas regiões do país, tomando características particulares em cada uma delas.  
Como o mês de junho é a época da colheita do milho, grande parte dos doces, bolos e salgados, relacionados às festividades, são feitos deste alimento. Pamonha, cural, milho cozido, canjica, cuzcuz, pipoca, bolo de milho, são apenas alguns exemplos.
Além das receitas com milho, também fazem parte do cardápio desta época: arroz doce, bolo de amendoim, bolo de pinhão, cocada, pé-de-moleque, quentão, vinho quente e muito mais. 
As tradições fazem parte das comemorações. O mês de junho é marcado pelas fogueiras, que servem como centro para a famosa dança de quadrilhas. Os balões também compõem este cenário, embora cada vez mais raros em função das leis que proíbem esta prática, em função dos riscos de incêndio que representam.


Nas escolas, nos salões e nos bairros onde são organizadas estas festividades o colorido das bandeirinhas enfeita e alegra a festa.


Nesta época, podemos usar o tema das festas juninas para trabalhar diversos subtemas. Além de solicitar uma pesquisa sobre sua origem, suas características regionais, as comidas típicas, as danças etc, podem ser exploradas obras de artistas conhecidos como Volpi e Di Cavalcanti e outros, não tão conhecidos, como Edna Sikora, os artistas naifs Nerival Rodrigues, Valquiria Barros e Aécio. Suas obras podem ser exploradas quanto à proporção, à cor, à perspectiva e aos elementos da composição.

"São João" - Di Cavalcanti
"Festa de São João" de Alfredo Volpi

"Festa Junina" de Valquiria Barros

"Festa Junina" de Aecio (?) 

Obra do artista naif Aecio

Obra do artista naif Nerival Rodrigues

"Moças bonitas" de Edna Sikora
  
Dependendo da série, pode-se discutir a questão do perigo que representa o ato de soltar balão. Pode-se pedir aos alunos pesquisas em jornais e revistas sobre lugares onde tenham caído balões em chamas e os prejuízos que essa prática causou às pessoas e à natureza.
Um debate poderia ser feito formando dois grupos: um que use argumentos apoiando esta prática, e outro grupo, usando argumentos que são contra essa prática.

Balão de Festa Junina - proibido por lei

Em séries com alunos pequenos os quadros de Alfredo Volpi são ótimos recursos visuais para se trabalhar cores, figuras geométricas, quantificação, além de propor releituras e reproduções com materiais diferentes.

"Grande fachada festiva" de Alfredo Volpi

"Bandeiras"de Alfredo Volpi

"Bandeiras"de Alfredo Volpi

Obra de Volpi

E pra fechar o tema com chave de ouro, que tal a escola organizar uma festa junina? Ela pode ser interna, com as comidas típicas trazidas pelos próprios alunos, e as brincadeiras organizadas pelos professores. Ou pode ser aberta ao público, com comidas e bebidas típicas arrecadadas pelos alunos em gincanas divertidas.

Com colaboração e criatividade pode-se fazer uma festa junina super gostosa!
De Maurício de Souza